Depoimentos

Abaixo, alguns depoimentos:

JAA - Uma nova experiência

O curso JAA-Jovem Agricultor Aprendiz, realizado pelo Senar-Pr, na Casa Familiar Rural de Reserva, mostrou-se uma experiência nova e eficaz. Para a maioria dos estudantes, foi uma novidade. Muitos não tinham conhecimento sobre o que era o Senar. Por outro lado, alguns já tinham tido contato com alguns cursos parecidos com o JAA, realizados em suas comunidades.

Como o objetivo principal do JAA é qualificar o trabalhador rural, com a finalidade de aumentar a renda e a condição social do mesmo, as técnicas de conservação de solo, bem como administração da propriedade, foram amplamente discutidas em quase todas as aulas.

Estudou-se também sobre os agrotóxicos, a maneira correta de transporte, armazenamento, uso e o que fazer com as embalagens vazias.

Vários outros assuntos foram debatidos na sala de aula, como o D`OLHO, a definição da Gestão Rural, atividades interativas como a apresentação teatral da sessão de cartas do Globo Rural, aulas prática de como fazer compostagem entre outros.

O JAA visa, principalmente, a Agroecologia, por isso dá ênfase ao manejo e conservação do solo, à proteção dos rios e córregos pela mata ciliar,à conservação da Reserva Legal e ao cumprimento da Lei Ambiental.

Para os alunos, o JAA tem sido uma grande ajuda para se compreender as necessidades do solo.

"O JAA veio com um novo jeito de ensinar. É muito mais fácil aprender assim." diz Felipe Quadra,17 anos, aluno do 2º ano do ensino médio e do JAA.

Em resumo, o JAA é tudo o que o jovem trabalhador rural precisa e gostaria de saber sobre o solo e a agricultura.

Jovens da Terra

A cada manhã,

Vejo o sol por trás das montanhas,
O ar puro e agradável do campo,
Sem substâncias estranhas.

A terra pura do campo,
Sinto nos meus pés,
Bela é a vida no sítio.
É o céu na terra, não é?

No sítio vivemos em paz,
Bem distante da guerra,
Somos o povo feliz,
Somos Jovens da Terra!

Jorge Ferreira, aluno JAA - Casa Família Rural de Reserva.

 

No dia 21 de outubro de 2009, os estudantes do curso Jovem Agricultor Aprendiz do SENAR de Marialva-Pr tiveram uma grande oportunidade de observar na prática os conhecimentos que eles vêm obtendo em sala de aula. Foi através de uma visita à propriedade de João Pedro Volpato, que é considerada na região um modelo de administração rural familiar. O sítio, que ocupa um total de 84 alqueires, está localizado na Estrada Aquidaban, km 06, em Sarandi-Pr, e pertence à família Volpato há 72 anos. Segundo João Pedro, foi o seu pai que iniciou a organização da propriedade que se vê hoje, e atualmente são os seus filhos e ele que administram a produção.
A visita dos jovens teve como objetivo verificar os fundamentos do plantio direto e conhecer o sistema de criação e integração na cadeia de frango de corte. Na chegada, eles foram recepcionados por Maycon, um dos filhos de João Pedro, que nasceu e cresceu na propriedade, aprendendo com o pai e o avô o que é ser um produtor rural. Demonstrando muito orgulho pelo patrimônio familiar conquistado, ele orientou os alunos a respeito das técnicas de plantio direto da soja e do milho e da utilização do maquinário que eles dispõem. Ressaltou ainda que todo o dinamismo da produção não pode deixar de lado a preocupação com o meio ambiente.
Questionado por um dos jovens como ele sentia em relação à experiência de viver no meio rural, Maycon respondeu que gosta muito do seu estilo de vida, pois os benefícios que o meio urbano possibilita estão cada vez mais acessíveis através da informatização e tecnologia. E tem a vantagem de não vivenciar algumas preocupações que são mais comuns às pessoas que moram nas cidades, como a violência.
Em seguida, os jovens foram encaminhados ao setor de produção de frangos de corte e ficaram surpreendidos com o rigoroso processo de controle do aviário, exposto por João Pedro. “Quando a gente compra o frango no mercado, não tem idéia do que foi preciso para ele poder chegar até ali”, comenta a estudante Camila Meneghini (15 anos).
Outro aspecto que os jovens consideraram muito interessante foi a participação da propriedade no Projeto Ciclo Verde, o qual estabelece uma previsão de plantio em cada um dos lotes do sítio até 2014. Para somar à idéia de que a família vem desenvolvendo um trabalho modelo de administração rural, João Pedro mostrou aos jovens um livro de planejamento da propriedade, onde constam informações sobre o controle de produção, qualidade do solo, índice pluviométrico e pareceres dos Engenheiros Agrônomos que vem sendo feito há mais de 15 anos.
Livros de registro como este fazem parte do museu histórico da propriedade. Nele constam ainda implementos agrícolas antigos, como enxadas, pilão, descascador de amendoim, ferramentas trazidas da Itália pelo avô de João Pedro, bem como peças do vestuário utilizadas pelos antepassados, como botinas e alpargatas. A estudante Camila ficou impressionada diante dessa iniciativa dos produtores: “É muito interessante ver como a forma de cuidar da propriedade foi sendo passada de pai para filho e o cuidado que eles têm em guardar esses instrumentos”, afirma.
Incentivando ainda mais os jovens para a atividade rural, João Pedro declarou ao final que as pessoas que se disporem a permanecer na agricultura vão obter muitos lucros, já que muitos têm deixado o campo e preferido a cidade, mas que para isso é necessário estudar sempre novos recursos, estar aberto a mudanças e novos aprendizados. E é esse um dos objetivos do curso Jovem Agricultor Aprendiz.
Ao final, os estudantes declararam a satisfação pela experiência obtida com a visita. Conforme lembra Monique de Paula (15 anos), “verificar na prática o que vemos na teoria é muito importante para o aprendizado. Gostei e aprendi muito!”.
Considerando a visita e os conhecimentos obtidos durante o curso, a estudante Josiany Estevam (15 anos) tem verificado que a agricultura é uma das bases para o desenvolvimento de uma cidade e do país, ela movimenta o comércio gerando emprego e renda, segundo o seu próprio depoimento. Já a jovem Jaqueline Mariane da Silva (18 anos) afirmou que, com o curso, ela aprendeu a valorizar os pequenos, médios e grandes agricultores, que trabalham com muito esforço e dignidade para que os alimentos cheguem às nossas mesas.
Assim, através dessa iniciativa do SENAR, jovens como estes têm a oportunidade de ampliar os seus conhecimentos em relação a uma das principais atividades econômicas do país e, com isso, estarem mais preparados para atender ao que o mercado espera dos futuros profissionais. Como aponta o estudante Vitor Basso (14 anos), “tenho certeza que este curso vai me ajudar muito. Eu pretendo ir para um colégio agrícola no próximo ano, e eu sei que vou entrar já tendo uma boa noção e conhecimento”. E o jovem Lucas Bernardino Alves (16 anos) afirma que o curso JAA tem lhe despertado o interesse para estudar Engenharia Agronômica.
Portanto, estas são as funções que o SENAR tem prestado: educação, orientação e cultura, na formação de verdadeiros cidadãos.

Legal, JAA este ano na Barra do Teixeira, 30 km de Cerro Azul região do Vale do Ribeira! Gostei de trabalhar no interior, os jovens são menos revoltados. Mas, eu não conhecia a condição local: estradas estreitas e de chão, com pedras traiçoeiras, buracos, valetas e muitas e muitas curvas. Para piorar a situação, estas estradas são muito movimentadas: bicicletas, cavalos, boiadas e charretes são as que menos incomodam. Ônibus escolares, de manutenção precária, e motos sempre aparecem nas curvas e normalmente na contra mão, e os caminhões carregados com pinos ou citros ocupam toda a largura da estrada. Logo aprendi a lei da região: o rei da estrada é o maior e o mais forte. Eu, com o meu carro pequeno, devo obrigatoriamente e com agilidade achar um espaço para a passagem dos grandes os quais passam sem cumprimentar ou sequer agradecer. Tudo isso acompanhado com muita poeira e um calor quase insuportável. Muito bem aproveitado o presente da Regiane e do Alexandre que nos presentearam com uma garrafa térmica para água no último treinamento.
Logo me entrosei com a turma local e a turma se entrosou comigo. A grande “pedra no meu sapato” porem continuou a ser a péssima condição da estrada, o grande calor e o tempo nas viagens. Ainda para ajudar a situação a Vivo ou qualquer outra operadora não alcança a região, o que significa desconexão do mundo. Sensação de abandono e solidão. E assim se passou o primeiro mês de curso.
Numa quarta-feira, pouquinho antes de iniciar as atividades, já com todos adolescentes presentes, entrou D. Zulmira, incentivadora da realização do JAA e me pediu com cara muito séria 15 minutos de conversa no início do intervalo. Pedido este facilmente atendido, porém um pouco perturbador para mim por causa da atitude séria dela. 
Enfim chegou o término da primeira parte da tarde e lá já estava D. Zulmira me aguardando. Ela logo me puxou para longe de todos atrás de uma parede. Sentamos silenciosamente no banco e ela começou a fazer-me estranhas perguntas. Perguntas estas, que do meu ver, não competia a ela e sim ao supervisor ou a pedagoga do SENAR. Com muita delicadeza tentei responder da melhor maneira que possível às perguntas dela sem demonstrar a minha indignação desta conversa. Ela estava me testando? O que ela queria com esta conversa? Esta conversa estava se estendendo demais! Não via objetivo disso tudo. 
Meu alívio foi grande quando 8 jovens participantes apareceram. O alívio não demorou muito pois D. Zulmira me disse que os 8 tinham um assunto a falar. Fui rodeada pelos jovens que com uma expressão de velório me comunicaram a saída deles a partir daquele dia. Inicialmente não entendi a lógica no que estavam dizendo. Sair do grupo? Quando? Hoje? Mas falta uma hora e meia! Não, disse D. Zulmira, eles estão saindo definitivamente! Por pouco não caí de costas. O quê aconteceu? A onde está a minha falha: 8 de uma vez só! Entrei em pânico! Preciso tentar segurá-los, não posso deixá-los sair. Nunca me aconteceu isso. Recuperei um pouco a minha postura e questionei o motivo. 
Os motivos foram os mais diversos, desde ter que fazer o almoço para o pai trabalhador na roça, passando pela falta de tempo até o horário ruim de chegar de tarde em casa. Bom, foi minha reação, vamos conversar e achar soluções. Não, foi a reação deles, já tomamos a decisão! A D. Zulmira enxergando o meu desespero pediu que fôssemos até o restante do grupo. Fiquei meio tonta e segui o grupo. No caminho percebi as cortinas da sala fechadas e também a porta fechada. Detalhes insignificantes diante da grande confusão na minha cabeça. Abri a porta com força para disfarçar a minha desorientação e logo vi o restante do grupo em volta de uma mesa grande forrada com uma toalha branca na qual havia garrafas de refrigerante, bolos, salgados, pães, doces e até flores coloridas. Neste momento a minha cabeça entrou em parafuso. Estávamos no início de abril, meu aniversário é em junho.
Então o grupo quer encerrar as atividades e isto é a despedida? Que crueldade destes jovens! E eu que achava que no interior eles são mais dóceis!Quando começaram gritar: primeiro de abril, primeiro de abril fiquei mais confusa ainda. Que dia é hoje? Primeiro de abril? O que tudo isso tem haver? E os 8 desistentes? É brincadeira ou não? Aí todos começaram a rir de mim e da minha cara de incompreensão!
Finalmente caiu a ficha e eu entendi que caí que nem patinho nesta brincadeira! Que grupo maravilhoso, se organizaram, prepararam uma festa de surpresa e enganaram tão bem a instrutora! Como eu adoro eles! Neste momento de grande emoção, as lágrimas começaram a rolar, e com isso todas as dificuldades de estrada ruim, as pedras traiçoeiras, buraqueiras, os dois pneus furados, distância, o calor infernal, o isolamento, se evaporaram, diante do grande carinho recebido desta turma.
Quando a música começou, me chamaram para dançar. Eu me senti fazer totalmente parte destes jovens, aceitei o convite e dancei como muito tempo já não fazia mais...

Clique aqui e veja em pdf os depoimetos dos alunos.

Tudo o que é do campo, fazendas ou seja, tudo o que se refere a agricultura e como ter uma vida melhor sem tráficos. Hoje sou mais organizada em tudo que faço, aprendi não causar desperdicio em nada, a compartilhar coisas que sobram ou que não fazem falta com os outros mais necessitados.
Também aprendi tudo sobre todos os tipos de agrotoxicos, quais os tipos para que servem sobre colheitas, plantio, tipos de solo, pragas, também sobre animais. Que fazer com eles, quais os cuidados necessarios etc. 
Mas nem tudo é ligado a isso, estudamos sobre poluição, drogas, fome, assaltos, desmatamento, entre muitas outras coisas como or exemplo transito, sobre familia quais os defeitos e qualidades. Sem falar dos lugares que fomos visitar, apesar que participei apenas de uma visita, pude ir apenas na Cooperativa Bom Jesus. 
Tudo que aprendi com certeza irá me ajudar muito no que construirei pela frente. Guardarei várias recordações do JAA.

Joceline R. Amaral

No curso do jovem Agricultor Aprendiz JAA eu aprendi muitas coisas, não só relacionado a agricultura mas também outros assuntos diversos. Aprendi sobre o transito, sobre o significado das faixas, placas e dos perigos que estamos correndo quando não prestamos atenção no veiculo em que estamos e nos outros. 
Aprendi também como administrar uma propriedade relacionado ao capital financeiro, calculos sobre juros, finanças e custos variaveis. Como se faz para saber o preço de uma plantação a importancia do EPI, de como usa-lo e de que forma. Foi visto no curso que me chamou atenção sobre os tipos de solos, como ele é formado sobre os tipos de agricultura e por fim sobre a qualidade do leite, a ordenha e como manejar o gado leiteiro. Com as apresentações conversas em grupo, eu consegui me relacionar melhor com meus colegas e outras pessoas.

Juliano

No curso do jovem Agricultor Aprendiz JAA eu aprendi muitas coisas, não só relacionado a agricultura mas também outros assuntos diversos. Aprendi sobre o transito, sobre o significado das faixas, placas e dos perigos que estamos correndo quando não prestamos atenção no veiculo em que estamos e nos outros. 
Aprendi também como administrar uma propriedade relacionado ao capital financeiro, calculos sobre juros, finanças e custos variaveis. 
Como se faz para saber o preço de uma plantação a importancia do EPI, de como usa-lo e de que forma. Foi visto no curso que me chamou atenção sobre os tipos de solos, como ele é formado sobre os tipos de agricultura e por fim sobre a qualidade do leite, a ordenha e como manejar o gado leiteiro. Com as apresentações conversas em grupo, eu consegui me relacionar melhor com meus colegas e outras pessoas.

Lucas A. dos Anjos

No dia 01 de abril de 2009 nós começamos a participar do curso JAA. Neste curso a gente aprendeu sobre transito as faixas continuas e descontinuas a faixa de pedestre, administração rural, calculo de locação do trator. Sobre impostos de INSS, IR, ITR, ICMS, IPTU, IPI, IPVA. 
Nós também aprendemos sobre como vestir o EPI, rotulos de agrotoxicos que o verde não é tão perigoso o azul é mais ou menos, o amarelo é altamente toxico e o vermelho é o mais perigoso que tem.
Nós estudamos sobre agricultura organica, plasticultura, hidroponia, suvicultura é o plantio de arvore para reflorestamento. Nós também aprendemos sobre: qualidade do leite, como deve ser feito seu transporte, como deve ser feito a ordenha a limpeza das tetas. Como deve ser feita as vacinas e a alimentação dos animais. O tamanho de cocho de agua por vaca, a produção, pastos que as vacas devem estar. Quantidade de ração. O curso vai acabar no dia 17 de setembro de 2009.

Juliana Ap. Gonçalves

No curso do JAA eu aprendi muitas coisas. Aprendi a ser mais organizada com as minhas coisas, a ter mais noção com a preservação do meio ambiente, aprendi mais sobre a erosão, aplicar injeções, qual agulha, o tamanho, onde aplicar, a fazer o pro labore, a fazer as custas das despesas da propriedade, sobre leis de transito, a imprudencia no transito. Falamos sobre uma propriedade que seja legal com 20% de mata natura e mata ciliar.
Vimos cotação de culturas, as camadas do solo, a 5S, controle de pragas, tipos de culturas, hidroponia, convencional, organica entre outras. O mais importante foi o manejo do solo, cotação de culturas, erosões, leis de transito, os acidentes que a professora mostrou as imagens, qualidade do leite, custos e despesas da propriedade, pro labore, 5S, e eu melhorei para falar em publico. 
Então o curso do JAA foi muito proveitoso e interessante e eu aprendi muitas coisas que v]ao me ajudar na vida daqui pra frente.

Bruna A. Lundimann

Eu aprendi de tudo um pouco, muita coisas que eu não sabia ficou muito claro para mim, eu aprendi a trabalhar em equipe,pois antes eu não gostava de fazer trabalhos em grupos, e hoje eu sei da importancia que isso tem para todos. Aprendemos sobre os agrotoxicos e seus niveis toxicologicos que são quatro e são divididos em cores e cada um representa um nivel toxico. Aprendemos sobre lavouras, quando o tempo esta bom para fazer uma boa pulverização, como usar o EPI ( equipamento de proteção individual).
Nos dias de hoje não podemos esquecer dos valores de cada um, e como eles são importantes e fazem a diferença. Aprendi a tomar mais cuidado ao fazer certas coisas, a pensar melhor antes de tomarmos certas atitudes. Fizemos algumas brincadeiras, fizemos alguns jogos, onde era preciso usar a mente e mais que tudo aprendemos a cuidar melhor do nosso mundo que está tão precisado de cuidados. Mas bom mesmo é estarmos reunidos para aprender cada dia mais.

Rosmar R. Amaral

Eu aprendi bastante coisas. Como se comunicar melhor com as pessoas e fazer novas amizades. Bom eu já conhecia todo mundo do curso, mas eu nunca tive afinidade com eles, agora eu posso dizer que tenho muitas afinidades com eles. E eu aprendi a lidar na roça, era uma coisa que eu não curtia muito agora eu estou me interessando mais pelas coisas da roça graças ao curso. Como eu aprendi as coisas no curso eu também aprendi na escola como apresentar, porque antes eu morria de vergonha de apresentar perto dos alunos, até de ler e me dava uma tremedeira, agora não, eu já superei. 
E também no primeiro dia de abril nós começamos a falar sobre o transito, começamos a fazer calculos e tudo mais. Aprendemos também como vestir EPI, dos rotulos, limpeza, eu aprendi tudo o que eu tinha que aprender. Eu só tenho que agradeçer a voce dona Fabiola.Obrigada.

Angelica dos Santos

Desde o inicio do curso no dia 1 de abril de 2009, eu pude aperfeiçoar todos os meus conhecimentos e aprender sobre a agricultura entre outras areas. Com o curso ajudei e continuo ajudando meu pai a cuidar das finanças da casa, de seus gastos e lucros com seus maquinarios. 
Aprimorei meus conhecimentos sobre plantil, colheita e seus devidos cuidados com determinadas culturas. Entendo mais sobre os cuidados que os agricultores devem ter com o meio ambiente e o porque destes cuidados. Pois tudo o que foi passado nesse curso do SENAR me ajudou a entender tudo sobre quaisquer forma de agricultura, sobre a produção leiteira. Assim tambem aumentando meu dialogo com meu pai e eme interando com a lavoura, para, se possivel, poder ajuda-lo. Juntamente com a minha turma do JAA fizemos nocas descobertas, assim nos interagendo com o nosso meio.

Renata

Nos primeiros dias o curso esteve com muitos alunos, pouco menos que trinta alunos, porém poucos se mantiveram. Mas até agora eu não compreendo o porque das desistencias, pois o curso é facil, a teoria é rapida e a aprendizagem é muita, e além disso o que nós aprendemos, nós levaremos para toda a vida.
O JAA nos ajudou muito pois creio que as teorias que nós aprendemos, sobre a agricultura, o EPÌ, as pragas, as erosões do solo, a reserva legal, os produtos toxicos, s profissões, o transito e muitos outros assuntos nos ajudarão tanto em casa, ajudando nossos pais, quanto na escolha de um futuro emprego. Aprendi muito com JAA, antes do cursos eu odiava mexer na terra, e agora nos tempos livres eu gosto de mexer na horta. 
Aprendi que para fazer qualquer coisas é preciso de descarte, ordem, limpeza,organização, higiene. Além de tudo percebi que a responsabilidade é fundamental para fazer qualquer coisa, principalmente crescer na vida.

Maíte Gabriela Mendes

Eu aprendi muitas coisas e o que eu aprendi aqui vai me ajudar no futuro. Fomos em algumas partes no colegio Florestal e na cooperativa Bom Jesus. Vimos sobre as coisas que cultivamos no campo, aprendemos a identificar as graminias as leguminosas, fizemos as tabelas da administração de uma propriedade, uma outra tabela de administração da casa, isso eu achei muito importante porque assim ninguem fica atolado em dividas. 
Aprendemos como deve usar o EPI quando estiver passando veneno, como deve ser retirdo, quais as principais vias de intoxicação ( boca, pele, nariz), cada cor na embalagem de veneno identifica se é perigoso ( vermelho, amarelo, azul, verde), os tipos de venenos, fungicidas, herbicidas, inseticidas. Como se lava o EPI, vimos como é importante ter reserva legal e permanente nas ripriedades, porque as nascentes necessitam que tenha arvore para a proteção delas. Ano que vem podia ter mais um curso sobre isso.

Marilia Gabriela 


Trouxe varias contribuições, como sou filho de produtor rural toda a minha vida morei no sitio e não via como outra solução ir embora para a cidade para conseguir uma vida melhor, pois via no sitio uma vida muito difícil.
Apesar de sermos produtores rurais, nossa principal renda vinha de serviços prestados fora de nossa propriedade. Mas com a chegada do JAA em Santana do Itararé tive a oportunidade de realizar o curso, que na minha opinião  foi o melhor curso para jovens que já participei.
Ele era completo, nos mostrou um pouco de cada área que pode ser explorada pelo pequeno produtor rural, para que ele tenha uma fonte de renda e consiga de forma digna sustentar a sua família sem ter que mudar para a cidade ou trabalhar como diarista em outras propriedades.
Hoje não penso mais em ir para a cidade, mas sim continuar na nossa propriedade e implantar nela todo conhecimento que adquiri com o JAA e como técnico agrícola.

Sim, pois foi através dele que eu consegui observar uma área que não iria me afastar do meio rural e que ainda iria me proporcionar um emprego digno.
Quando iniciei o curso do JAA estava terminando o 2 grau e ainda não havia escolhido uma profissão, tinha duvidas de qual área escolher, de qual área seguir.
Mas através de uma visita que realizei com o JAA conheci o colégio agrícola, no qual me matriculei assim que terminar o ensino médio e o JAA.
Hoje estou quase formado e já me considero pronto para o mercado de trabalho.

Com certeza foi um dos melhores cursos que fiz, ele era completo e eficiente porque tudo trazia interesse e o método de ensinamento  era de fácil compreensão.
As aulas eram bem diversificadas, contendo aulas práticas e teóricas como visitas em propriedades e empresas.
A minha participação considero que foi muito proveitosa, pois apesar de não ser muito tímido  tinha muita dificuldade em falar em público, mas com dinâmicas elaboradas pela Ana Regina  consegui superar essa barreira.
A instrutora era excelente, muito inteligente e entendedora e sabia passar a seus alunos seus conhecimentos de uma forma de fácil captação. Além de tudo a Ana Regina é uma pessoa  muito amiga, alegre e está sempre se preocupando com o próximo.
Fiz muita amizade com ela durante o curso, mas a amizade não parou no dia em que terminou o curso, continuamos a manter contato e  sempre me incentivava a não parar com os estudos, me dizia para nunca desistir  e sempre continuar lutando pelos meus sonhos . Hoje já posso dizer que sou técnico agrícola formado, mais não pretendo parar por aqui, vou correr atrás e continuar os meus estudos, como ela e meus pais sempre me disseram. Para mim ela faz parte da minha família e é a grande responsável pelo meu futuro.

Sim, pois mostrará aos jovens  que há varias maneiras de trabalhar em sua propriedade sem a necessidade de ir embora buscar serviço na cidade. Mostra também aos jovens que  a área rural esta crescendo e que sempre há vagas de serviços para bons profissionais, motivando assim a nunca pararem com os estudos e acreditarem em seus sonhos  e em si mesmo.

THIAGO HENRIQUE ALVES- Santana do Itararé – PR

O curso trouxe muitas coisas boas, tanto na área técnica quanto na escolar. Nele aprendi outras maneiras para estar aprendendo novos conteúdos e também ajudou a gostar ainda mais da agropecuária, visto que quando soube que era um curso voltado para o meio rural tratei logo de fazer a inscrição, daí em diante só tive a ganhar. No curso aprendi muito vi muitas maneiras de encarar a vida no campo e como fazer para reparar os erros cometidos na nossa propriedade, podendo assim conseguir uma vida mais digna e com um pouco mais de conforto.

Sim, pois a principio sempre fui apaixonado pela vida  no campo e por mais que tentasse não conseguia me enxergar em trabalho que não fosse ali, porém não imaginava que um dia poderia ser técnico agrícola ou quem sabe até um agrônomo. Quando eu comecei a fazer o curso fui vendo que eu poderia unir o útil ao agradável me tornando um profissional na área agrícola ou da pecuária, podendo dar assistência técnica e passando todos os conhecimentos adquiridos em vez de ser apenas um filho de produtor rural.

O curso foi muito proveitoso, adquiri conhecimentos que são fundamentais para a vida rural, creio que a minha participação tenha sido boa, pois procurava não faltar e aproveitava cada minuto das aulas.
Posso dizer que o Senar está de parabéns pelos instrutores que levam o seu nome e o conhecimento ao homem do campo. Eles são profissionais altamente competentes e não poderia sido diferente no curso que participei, onde min há instrutora ministrava as aulas com seriedade e nunca deixou de esclarecer as duvidas da classe, além de incentivar muito a todos nós para que nunca deixássemos de buscar novos conhecimentos.

Com certeza eu recomendaria o curso para outros jovens, pois fazendo isso estarei ajudando eles aprenderem a viver de modo diferente no sitio, vivendo de maneira que eles possam sentir orgulho do lugar onde nasceram e poderão ver também que o setor agropecuário é tão forte e competitivo quanto qualquer outro setor produtivo do Brasil, da mesma maneira que um dia eu pude aprender.

JUNIOR NALOR MENDES – TOMAZINA –PR

O curso JAA foi o melhor curso que já me aconteceu, sendo de muita importância para mim, pois através desse aprendi técnicas simples  realizadas nas aulas praticas e teóricas para usar de forma correta e eficiente na onde trabalhar e na vida pessoal, trouxe  informações de conteúdo necessário para o ensino e além de tudo o curso me ensinou a trabalhar em equipe, usar minhas qualidades, como se portar em uma entrevista , o melhor de tudo que além das aulas teóricas, as praticas foram de extrema importância, através dela visitamos produtores rurais, suas propriedades, seu cultivo, produção, sua historia de vida até conquistar os seus objetivos , o que dá mais força de vontade de usar uma simples historia em meu trabalho que hoje é informação aos produtos, para que possam parar de ser cabeças duras, pois estamos em um mundo tecnológico e informacional e novas medidas são fundamentais.

Todos tem a sua estória a minha não é diferente, um simples papel encontrado na minha escola (  inscrições abertas Colégio Agrícola de Cambara) mudou a minha historia, foi o 1 impulso de que lá é o meu lugar. Será onde conquistarei  todas as técnicas que utilizarei no meu trabalho e tudo isso hoje não teria acontecido se um anjo (Carla) tivesse dado uma grande força e me ajudado. O curso me ajudou muito contribuiu, pois o mercado de trabalho não precisa de técnico em agropecuária e sim o técnico, pois o diferencial é o mais importante, onde aprendi através do curso, temos que ter força de vontade ( pois pedras no caminho existem), saber lidar com conquistas e perdas, para trabalhar  com pessoas diferentes, transmitir informação de forma correta, trabalhar em equipe, ser curioso perguntar o que não sabe mesmo sendo uma simples pergunta, estar informado em tudo que conheça acontece etc...
Me ajudou a escolher a minha profissão, principalmente pelo incentivo da professora e das atividades propostas ao longo do curso.

Excelente as aulas são compreensíveis e serias, tanto na teoria quanto na pratica sem contar com a competência  profissional da instrutora que passou um pouco de seu conhecimento da melhor forma possível, a minha participação foi totalmente aproveitável.

Certamente  é necessário a informação do curso para jovens, isso contribui e muito para transmição da informação e muitas vezes os próprios jovens conseguem utilizar o conteúdo na pratica na propriedade de seus pais de forma certa consequentemente  conseguindo, produzindo  com qualidade. Espero que o curso de muitas oportunidades para jovens  pois foi fundamental para o meu conhecimento.
Obrigado Senar ( Carla e Ana) vocês fazem parte de minha estória.

WELLINGTON TOMAZ MENDES

Através do curso onde consegui ter mais conhecimento, novas experiências que também me ajudou a decidir minha vida.

Sim, a pecuária já fazia parte da minha vida e através do curso conheci o colégio onde decidi vir estudar.

Foi muito bom, aulas boas, eu tinha boa participação, a instrutora era muito atenciosa, explicava bem o conteúdo que passava e nos levava para fazer visitas técnicas.

Sim, pois da mesma forma que eu escolhi meu futuro depoi do curso outros também irão fazer o mesmo.

RODRIGO CÁSSIO

O curso JAA trouxe muito bom porque eu aprendi aulas teóricas e pudi através do curso começou em Santana. Eu pensava em deixar o meio rural, hoje eu não penso .O curso abriu caminho par conhecimento profissão.

Através do curso muita visita, propriedade, empresa, com o curso  hoje estudo no colégio.

O curso aulas foi muito importante porque a instrutora passou muito conhecimento, hoje para mim esta bom.

Sim, recomendaria, você tem um sonho correio atrás.......

PAULO EDSON O. CRUZ

Ele me ajudou a decidir o que realmente quero fazer da minha vida e por isso estou no colégio agrícola.

Sim na verdade sempre gostei da agropecuária e o curso me incentivou mais ainda a fazer o que sempre quis.

 Tudo foi muito bom, as aulas que tínhamos era muito objetiva, fomos conhecer fazendas diferentes, sobre gado, frangos, suínos. Fazíamos vários trabalhos em grupos e isso nos ajudava a ter mais afinidade um com o outro, onde pude aprender coisas que eu nem imaginava. A instrutora estava sempre nos auxiliando como se devia fazer, ela é uma pessoa maravilhosa, ela passava amor, carinho em cada palavra que ela ensinava, e isso dava mais vontade de fazer o curso, pois ela também nos incentivava muito e graças a ela estou no colégio agrícola

Sim, para que os jovens de hoje possam ver como realmente funciona o sistema do agricultor e também que eles podem ser muito bem sucedidos em suas próprias localidades sendo ela grande ou pequena. Pois não a alimento se não houver quem o plante essa é a realidade de ser um jovem agricultor aprendiz.

DAYANA VICENTIN

Como meu pai é agricultor o curso me auxiliou muito para entender melhor tudo que ele fazia na pratica. Aprendi a como fazer uma analise de solo a qual é essencial para lavoura. Enfim os conhecimentos que adquiri me tornaram uma pessoa melhor informada dentro de contexto agropecuário ou seja hoje posso dizer que o JAA transformou minha maneira de ver o campo observando que ele é uma fonte rentável e essencial para todos.

Sim totalmente, através do curso e de minha instrutora Carla consegui decidir com toda confiança a profissão mais adequada a minha personalidade, seguindo assim para um curso superior na área de administração. O curso do Senar me fez perceber que todas as áreas e com o campo não seria diferente, precisam de um bom administrador ( tivemos até um modulo falando disso) pois com ele tudo fica melhor planejado, organizado, controlado e executado.

Foram nota 1000, aulas fáceis de entender, com conteúdo dinâmico, apostilas com ótimo designer. A participação foi intensa a instrutora Carla sempre incentivou a participação de todos e isso contribuiu imensamente para nosso aprendizado, ela nos explicava a matéria com grande fluidez, paciência e entendimento. Resumindo foram excelentes.

Com toda certeza! Recomendo mesmo, porque quem fez adorou e quem fizer também irá adorar, pois o conhecimento adquirido ficará para o resto da vida, até hoje me lembro de tudo que aprendi e coloco em pratica, porque eu aprendi mesmo, não decorei, pois quando se decora se esquece. Foi ótimo!!

LAYRANE TEMISTOCLE BERGAMO – JAA 2007 – CARLÓPOLIS – PR

Trouxe novos conhecimentos, melhor maneira de se relacionar maior capacidade de relacionamento em grupo, incentivo profissional.

O curso abriu vários horizontes com uma grande abrangência de profissões ligadas ao meio rural entre eles o curso que atualmente estou técnico em agropecuária e também o empreendedorismo na própria propriedade.

Foi um incentivo e mais um passo dado há uma melhor qualificação profissional. Os conteúdos das aulas foram bem esclarecidas com o envolvimento de todos os alunos com uma grande capacitação e conhecimento do instrutor as aulas tiveram mais sentido tanto quanto profissional e interpessoal, com grande aproveitamento capacitativo.

Sim, como já recomendo a quem tem a oportunidade de ter esse curso em seu município. Porque eu sei que será recompensador trazendo isentivos para não parar de investir no meio rural seja tanto quanto nos estudos ou investimentos.

JEFERSON CESAR XAVIER – RIBEIRÃO DO PINHAL

Bom primeiro me ajudou me trazendo conhecer o colégio agrícola de Cambara. Entre outros fatores muito importantes como por exemplo: todos os conhecimentos básicos sobre: solo,nutrição animal, cuidado com leite, dentre outros.
Mas que me deu um grande auxilio para inicio do curso que estou concluindo, isto sem duvida. Pois aprendi muito com ele

Bom já com respeito a esse fator profissão eu já tinha em mente a muito tempo, por motivos lógicos por sempre morar em propriedade rural e amar estar neste meio. Comunicar-se com as pessoas sempre passando e obtendo mais conhecimento.

No meu ponto de vista só acho que faltou um pouco de interesse de alguns alunos.Mas das aulas, participação e instrutor de modo algum tenho algo a reclamar, no meu caso achei excelente.

 

Sem espécie alguma de duvida, porque auxilia jovens que ainda não se decidiram em questão a profissão o que realmente se encaixam. Então com certeza eu indico este curso a outras pessoas sim.

DEBORA CRISTINA DO PRADO.

 

O curso do Jovem Agricultor Aprendiz me fez dispertar a busca de novas idéias, mas trouxe informações mostrando que é possível viver no meio rural implantando projetos de baixo custo, novas alternativas de produção, no entanto é necessário que sejam conduzidos de maneira adequada proporcionando assim a viabilidade as pequenas propriedades. Mas para isso é preciso ter conhecimento força de vontade e coragem.

Sim pois sempre gostei de viver no campo, no entanto não acreditava que haveriam maneiras de sobreviver com tão pouca renda. A partir do curso e das visitas que fizemos conheci uma realidade  totalmente diferente, através  da diversificação e do conhecimento é possível ter uma vida digna e estável trabalhando em família, a partir daí então resolvi fazer o curso técnico em agropecuária pretendo cursar medicina veterinária.

Foi um dos melhores cursos que tive a oportunidade de participar, as aulas eram alucinantes a cada dia descobríamos que para todos os problemas sempre havia uma solução, resultado da busca de informação. Hoje busco compreender ainda mais estas informações. A instrutora Ana Regina nos transmitiu o seu conhecimento, nos incentivou sempre e nos mostrou que o estudo a busca de informação não pode parar, temos que ser persistentes. Na  hora que era preciso ser firme e mostrar que estávamos errados ela fez, no entanto nos mostrou que precisamos enfrentar as dificuldades, temos que estar preparados. Eu a admiro e considero alem uma ótima profissional, uma super amiga.

Com toda certeza, o curso nos mostra a verdadeira realidade é muito importante para o nosso crescimento através de novas informações, para descobrir que existem maneiras de levar uma vida digna sem que seja preciso deixar o meio rural é possível produzir muito e para isso basta apenas o conhecimento.

RAFAELA CARDOSO BARBOSA

O curso me trouxe um conhecimento mais amplo sobre a área rural com coisas básicas e técnicas me proporcionando um melhor desempenho nas atividades da minha propriedade.

Sim pois me mostrou a continuar estudando a área agropecuária, confirmou minhas duvidas sobre o que ia ser o meu futuro, devido ao curso JAA eu estou me formando em técnico em agropecuário e pretendo fazer uma faculdade de agronomia e pretendo atuar no campo em diversas áreas ligadas a agropecuária.

Eu comecei o curso com muito esforço pois trabalho e estudo o ensino médio me esforçava para participar o maximo das aulas, tive um índice de aproveitamento satisfatório devido a capacidade e dedicação do instrutor as aulas eram descontraídas e bem técnica obtendo o maximo aproveitamento de aula teórica e pratica.

Sim pois do mesmo modo que esse curso me ajudou a escolher o caminho que iria seguir pode ajudar mais pessoas a escolher seu caminho atuando na área agropecuária, uma área que se mostra carente de profissionais capacitados e dispostos para executar tarefa necessária no campo.

LUCAS BAGOTIM.

Me fez ver que a pratica agropecuária tanto nas pequenas, medias e grandes propriedades pode dar certo e que pode trazer muitos benefícios ao produtor pois valoriza e incentiva o trabalhador  para que as famílias permaneçam no campo. O jovem que faz este curso percebe que não é necessário deixar o campo para tentar crescer pode sim sair dele mais para buscar conhecimento e depois retornar para realizar as coisas de maneira correta e assim juntamente com sua família alcançar o sucesso. E pelo que percebi é justamente isso a proposta do curso, valorizar principalmente a família e incentivar o jovem a não deixar o campo.

Com certeza pois ao me interessar por esta área descobri que o mercado agropecuário é muito amplo e que tem muitas oportunidades, pois ele cresce a cada dia. Alem de ter uma oportunidade de sair do curso técnico um profissional, com certeza estou fazendo aquilo que descobri com o curso JAA que tenho verdadeira paixão Por esta área.

O curso foi incrível, conheci coisas novas que eram novidades até então, aprendi a conviver melhor com as pessoas, trabalhar em grupo e a me portar melhor perante a sociedade e a valorizar o campo. O instrutor é uma pessoa boníssima inteligente e que sabe muito bem passar seu conhecimento de uma maneira leve e que entendemos super bem.

Com certeza, para que outros jovens possam ter outro olhar sobre o campo e que valorizem mais suas raízes e que entendam e vejam que o campo é a base de tudo e que é nele que esta uma grande oportunidade de crescer, juntamente com suas famílias para que possam aprender a conviver em grupo e a serem jovem preparados para o futuro independente de suas escolhas.

JOSELIA CARINA DOS SANTOS.

 

Depomentos Anteriores

O curso do JAA tem sido para muitos jovens o despertar para continuidade dos estudos e ingresso na faculdade. Em 2007 vários exemplos podem ser citados por depoimentos dos mesmos que selecionamos.

Suzana Chimura ( Roncador ) está cursando tecnologia ambiental na UTFPR em Campo Mourão.

Thiago Bonotto, também de Roncador, está cursando Engenharia Agronômica, outro caso de sucesso.

Conta-nos Klismann Barros Martins, residente em Corumbataí do Sul, que um empresário de Cascavel desejava adquirir folhas de maracujá para confecção de chá, mas sem sucesso. Ao saber de tal fato e por ter cursado Administração Rural no JAA, conversou com seu pai que é produtor desta fruta e resolveram enfrentar o desafio. Em janeiro de 2007 firmaram contrato de parceria e em julho do mesmo ano entregavam ao empresário próximo de 600 kg de folhas/ mês ao valor de R$ 0,80 kg.

O entusiasmo dos instrutores que ministram aulas nos cursos do JAA é tão gratificante que passam, também, a registrarem os feitos dos seus alunos.

A instrutora Cleri Josane de Meo responsável por uma turma na localidade Abapan, conta que 4 alunos ao concluírem o curso foram contratados por empresas com atividades em grãos e suínos; 3 alunos concluintes, por iniciativa própria, estagiaram nas férias de julho/2007 em grandes propriedades agrícolas da região.
Conta-nos, ainda, a instrutora que esses alunos estão se mobilizando para cursar administração rural.
Existe uma parceria entre empresas Tetra Pak e Batavia para difundir as técnicas de aproveitamento de embalagens. Está sendo mobilizada uma turma de alunos concluintes do JAA para serem capacitados no assunto.
Nota-se, em todas as turmas desta instrutora, o interesse pelas práticas agrícolas, capacitando-se para permanecerem na atividade de seus pais administrando e trabalhando na propriedade focando a continuidade de seus estudos.

A instrutora Angelica Marion Rosenthal Rotter conta um fato muito interessante:
Em setembro/ 2007 acompanhou seus alunos em visita a uma propriedade que se dedica a hortifrutigranjeiro notadamente tomate, vagem, repolho, abobrinha e banana, com o intuito de identificar pragas e doenças além de adquirirem novos conhecimentos sobre estes cultivos.
No bananal foi identificado um coleóptero de nome vulgar “moleque da bananeira” que causa grandes prejuízos aos rizomas. Esta praga foi identificada e o modo de controle mostrado graças ao acompanhamento do Técnico Agrícola Marcelo da Emater. Para seu espanto, a mãe de um dos jovens que participou daquela visita contou que o mesmo ao chegar em casa, largou seu material escolar e saiu em disparada para a propriedade do avô, localizada nas proximidades, que também cultiva bananeiras e apresenta o mesmo problema ocasionado pelo “moleque”. Conversaram demoradamente no pomar e o menino mostrou como proceder ao controle o que foi realizado imediatamente. Entusiasmado o avô espera, com maior ânimo, uma colheita melhor pois a praga foi combatida e está constantemente monitorada.

Vejamos a que nos conta o instrutor Élson Buaski: Em Pitanga, a aluna Aline matriculou-se no curso “só por fazer”. Conclui, sem nenhuma falta, e convenceu sua mãe a participar dos cursos do SENAR, iniciando por derivados da mandioca; seu pai foi meu aluno nos cursos de tratorista e vai participar de manejo de gado leiteiro, que é atividade da propriedade.
O aluno Julio Cezar, também de Pitanga, era rebelde, de poucas conversas e não se dispunha a realizar qualquer atividade das dinâmicas. No final do curso recebi os parabéns de seu pai pela mudança de comportamento do Julio Cezar inclusive, dito pelos seus colegas, que a transformação foi gratificante. Além de ter freqüência integral foi com certeza um dos melhores resultados que já obtivemos, ficou parceiro do curso, ajudando em todas as atividades.
Outro caso compensador é da aluna Jocélia que tinha idéias de se mudar para a “cidade grande”. No dia de sua formatura deu entrevista para rádio e jornal locais dizendo da mudança que o curso do JAA proporcionou, decidindo que não vai interromper seus estudos mas, sair da propriedade é coisa do passado.

O instrutor Ricardo Ferreira Pedroso de Almeida  registra que: O aluno Alissom Shimizu Rozolem, residente em Congonhinhas, próximo a Cornélio Procópio, filho e sobrinho de produtores rurais, matriculou-se porque sua tia assim o obrigara. Era arredio, quieto, “avoado”, e no início não demonstrava interesse pois “matava” algumas aulas. Após algumas semanas notei a transformação tendo que se deslocar todas as segundas-feiras, a tarde, para Cornélio Procópio prejudicando sua freqüência às aulas; solicitou-me assistir as aulas da segundas-feiras na turma da manhã. Prontamente o atendi. Curioso que esta turma, se desenvolvia num bairro rural distante 25 km da cidade obrigando-o a sair de casa às 6 horas da manhã para não perder o ônibus. No retorno tomava carona comigo e falava somente sobre assuntos da agropecuária, ao ponto de cogitar fazer faculdade na área, coisa incrível pois, até então, só pensava em informática.

O instrutor Ramon Ponce Martins, conta-nos que Sharles Aparecido Venturoso da turma da manhã de Goioerê de 2006 – 2° semestre – enfrentou vários desafios para participar do Programa; foi feito várias dinâmicas de empreendimentos; há muita necessidade de desenvolver as habilidades para ser bem sucedido. Hoje depois de um ano, o Sharles trabalha na contabilidade da Coagel, onde fiquei surpreso quando da visita a sede da Coagel, encontrei-o e o mesmo agradeceu pelos ensinamentos.
O aluno Tiago Ferreira Apolinário – da turma da tarde de Goioerê – 2006 – motivou-se e perdeu o medo de enfrentar as adversidades da vida. Hoje trabalha como grande vendedor de uma loja de construções de materiais em Goioerê e, de vez em quando, envia-me mensagens de agradecimentos por ter participado desse grande programa JAA.

O instrutor Luciano Soares Ferreira conta-nos que da turma de Tamarana, oito participantes foram para o Colégio Agrícola e, para o ano seguinte, em conversa com a Daiane, secretária do Sindicato estará sendo programada uma turma do PER (Empreendedor Rural) para esses jovens que estarão se formando técnicos agropecuários.
Outra observação é a da presidente do Sindicato Rural de Porecatu que no dia da formatura identificou mudanças no comportamento dos jovens ao ponto de indagar-me “o que você fez com estes meninos”?

A instrutora Ivana Cabral Hetka informa que no Município de São João do Triunfo, comunidade do Rio Baio, um menino chamado Cleiton que queria ser jogador de futebol profissional, tinha inclusive empresário para representá-lo, estava fazendo teste em times do Paraná, ( Paraná Clube e Atlético Paranaense ). Ele relatou ao final do curso que “se não conseguisse ser jogador de futebol pelo menos tinha uma perspectiva de futuro”. Começou a aplicar o que aprendeu no curso em terras do pai dele.

No Município de Rebouças, comunidade do Faxinal dos Francos, um aluno que não conhecia restaurantes, o mais longe que ele já tinha ido era até a sede do município. Em Curitiba quando em viagem técnica na EMBRAPA, ao chegar no restaurante o aluno não entra, pois disse que era chique demais ( Churrascaria Nova Estrela ). Foi convencido a entrar pela instrutora, que sentou-se ao seu lado. Discretamente pediu ajuda pois não conhecia ( e não sabia ) como manusear o garfo e faca porque não possuía estes instrumentos em casa. No entanto, tinha celular moderno inclusive com câmera digital. Pediu para aprender como usar os talheres mesmo sendo chamado de “metido” em casa pelos familiares porque estava usando garfo e faca para comer e não mais a colher somente. 

A instrutora Carla Cristina Jaremtchuk  informa que soube que três alunos do programa JAA de Tomazina, estão cursando o Colégio Agrícola. Abaixo registra as palavras do aluno:

“A metodologia utilizada no curso me trouxe mais vontade em freqüentar as aulas, pois foram utilizadas muitas “atividades” para nos passar conhecimentos. Aprendemos na prática e também visitando propriedades e agroindústrias”.

“O curso me trouxe várias coisas; aprendi mais sobre a vida no campo, a ter mais lucro com a propriedade; fiz novos amigos e esclareci várias dúvidas em relação ao que ser no futuro”.

Junior Nabor Mendes

A instrutora Soraya Gorresen Masutti conta-nos que os seus alunos deram entrevistas ao jornal e TV, falando como o curso mudou a vida deles, as perspectivas que tinham e o quanto isso mudou depois do curso; a Secretária de Agricultura também estava presente e falou da importância deste curso para os alunos do nosso município.

A instrutora Ana Regina Jaremtchuk, informou que dois  alunos da turma de 2006 de, São José da Boa Vista, conseguiram emprego na Cooperativa Coaflep, ( um é administrador da loja agropecuária e o outro é fiscal na recepção do leite ). E um aluno de Arapoti da turma de 2007, filho de pai alcoólatra, que estava partindo para o mesmo caminho, mudou seu pensamento foi o melhor atleta de Arapoti na corrida 1500m e competiu nos jogos estaduais em Curitiba.

O instrutor André Albanese conta-nos que em Ribeirão Claro. Antes mesmo do final do curso, um jovem conseguiu um emprego ( com 18 anos completos ) em uma fazenda de gado como “administrador reserva” ou auxiliar administrativo. Segundo o mesmo, além de contar com um pouco da experiência que já tinha na área, o curso do JAA ( que, naquele momento, ainda estava em andamento ) teve peso sobre o processo de escolha entre os candidatos.
Em Ibaiti. Um dos jovens ( com 18 anos completos ) conseguiu uma vaga em uma casa agropecuária logo no final do curso. Segundo relato do mesmo, o JAA teve peso no momento da escolha do candidato, principalmente após ele ter mostrado o conteúdo programático do JAA ( e ter relatado tudo aquilo que foi desenvolvido no decorrer do curso ) ao proprietário.

A instrutora Greice Alves Macena Massignan, informou que os alunos Ráveli e Fábio após concluírem o curso e conhecerem o colégio agrícola, decidiram fazer o curso técnico em agropecuária em Campo Mourão, colégio que visitaram durante o curso e que o aluno Daniel informou-a que após as dicas que a mesma passou no curso de como se comportar em entrevistas para trabalho, conseguiu um bom emprego.

O instrutor José Luiz de Medeiros deixa o relato:

“O que pude perceber dos alunos durante o curso foi à inteira satisfação por parte deles com relação à metodologia que o JAA adota, pela forma dinâmica e participativa de abordar os assuntos. Outro fator que eu enfoco bastante e eles absorvem bem, é a valorização do produtor e do meio rural e o que pude notar foi à mudança de comportamento e postura de alguns alunos, já que é possível trabalhar com mais tranqüilidade e observar se cada aluno, pela quantidade reduzida de alunos e maior tempo diário de contato”.
“Observei, ainda, maior absorção de conhecimentos básicos ligados ao meio rural, como porcentagem, medida de área, meio ambiente, o que auxiliou no rendimento nas disciplinas escolares”.